Incertesas constantes,
Pensamentos aterradores,
Momentos triunfantes
Esquecidos nos corredores
Que traço sem ver
E sem controlar
O meu andar.
Dores repetidas,
Ideias perdidas.
O regresso ao passado
Que julgava ter vencido
Se não tivesses aparecido.
Palavras vagas
E difíceis de perceber
Encaminhadas nas estradas
Do meu próprio ser.
Será castigo ou punição?
Ou apenas uma lição
Para não levantar ondas
Onde não existe praia
Para as receber?
Quase choro ao escrever
E penso que também quando ler
O acabou de fluir da ponta da minha caneta.
Mas consigo conter-me:
Penso que cresci,
E nas ceu uma valente,
Donde só vinha uma crente.
28 de Junho de 2010, 01:14h.
Sem comentários:
Enviar um comentário